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  • Vida em França - Publicada em França antologia de poesia portuguesa
    É publicada hoje em França uma antologia de poesia portuguesa das origens até ao século XX. Uma obra bilingue, português e francês, coordenada pelo escritor e tradutor brasileiro Max de Carvalho, radicado em França há largos anos. Uma antologia que reúne, de forma inédita nas últimas cinco décadas em França, quase 1 100 poemas de mais de 280 autores, um trabalho publicado pela editora Chandeigne. Max de Carvalho, responsável do projecto, e Anne Lima, editora da Chandeigne, levantaram-nos o véu sobre uma obra que contempla também poetas cabo-verdianos. "La poésie du Portugal: des origines au XXe siècle" chega, agora, ao mercado francês.
    10/26/2021
    12:44
  • Vida em França - Exilados políticos portugueses lembram chegada a Paris para abrir portas a outros refugiados
    Mais de 50 anos após a sua chegada a Paris, desertores da Guerra do Ultramar e opositores ao regime de Salazar, retraçaram os seus passos na capital francesa para lembrar o que viveram nas décadas de 60 e 70 como exilados políticos, fugidos de Portugal, chamando a atenção para a importância de acolher hoje  quem procura refúgio na Europa. A RFI acompanhou esta visita. Esta visita guiada por uma história oculta pela Cidade das Luzes começou na Câmara Municipal do 13º bairro, onde os exilados portugueses chegavam pela primeira vez, muitos através da Gare de Austerlitz, ali vivendo nos primeiros meses e arranjando trabalho, como relata Fernando Cardoso, presidente da Associação de Exilados Políticos Portugueses. "Este bairro tem um significado especial para muitos portugueses, porque muitos morámos na rue de Moulinet e frequentávamos um café onde agora está o centro comercial, portanto já não existe. A Câmara Municipal do 13º bairro é um ponto central", disse o presidente da Associação de Exilados Políticos Portugueses. Quem os acolhia era Vasco Martins, chegado a Paris no início dos anos 60 por se opor à Guerra do Ultramar, e que militava nos movimentos de esquerda da capital. "Era uma casa que eu ocupei em outubro de 1968 e que a partir daí recebeu muitos desertores, refratários, jovens portugueses que recusavam fazer a guerra colonial", explicou o exilado político. Foi em Paris que se despertaram também as consciências de muitos imigrantes portugueses que tinham abandonado o país por razões económicas e que ao comprarem jornais contra o regime ou participarem em reuniões sindicais, conheciam, pela primeira vez, a liberdade. "Era ambivalente, havia um certo receio [de se expressar livremente], mas havia a possibilidade falar aqui. E isso fazia com que nós, nas primeiras manifestações íamos perdendo o medo e muitas pessoas que nunca tinham reagido, especialmente do interior, aqui viam que trabalhando eram respeitados. Do ponto de vista histórico, a revolução portuguesa, foi muito criada na emigração aqui. Em Portugal havia muito receio, mesmo se não houvesse polícia, era como se houvesse polícia na nossa cabeça e aqui não", disse Fernando Martins. A visita na capital francesa faz parte de um projecto europeu que agrega investigadores e associações de Portugal, França e Dinamarca para contar a história dos exilados portugueses aos mais jovens, o projecto #ECOS. Mas estas atividades servem sobretudo para alertar que estes movimentos continuam ainda hoje, como explica a investigadora Sónia Ferreira. "Este projeto é pegar numa história que achamos que é importante continuar a contar, especialmente tendo os protagonistas connosco. Mas a história do exílio português é uma história de hoje em dia. Todos os sentimentos que estas pessoas tiveram nos anos 60 e 70 estão muito próximos do que sentem os refugiados hoje em dia", disse a professora da Universidade Nova de Lisboa que participa no projecto. É nos passos destes exilados que falam abertamente das suas experiências, que muitos franceses de origem portuguesa reconhecem a sua própria história. É o caso de Anne Marie Esteves que nestes relatos encontrou também argumentos para combater as ideias de extrema-direita que rejeitam atualmente a imigração em França. "A história da imigração portuguesa faz parte da história francesa. Estamos quase no período eleitoral e ainda temos a Marine Le Pen e as suas ideias, sempre a falar na imigração e nunca falamos da história da imigração portuguesa. A história repete-se e é por isso que é importante trazer o meu filho a este passeio. Para ele não se deixar enganar por certas mensagens políticas", disse esta francesa com origens portuguesas. Mais de meio século depois, estes exilados políticos portugueses prometem continuar a partilhar as suas histórias para que outros refugiados possam continuar a encontrar abrigo em França.
    10/21/2021
    7:36
  • Vida em França - Filme Fátima: "A mensagem mais pura que podemos ter vem das crianças"
    O filme "Fátima", que trata as aparições dos pastorinhos na Cova da Iria, em Portugal, entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917, chegou na semana passada aos cinemas em França, numa estreia adiada devido à covid-19. A RFI falou com a produtora Rose Ganguzza que começou a trabalhar no filme em 2013 e trouxe para o elenco a atriz Sónia Braga e para a banda sonora o cantor lírico Andrea Bocelli. "É uma história que desde criança me intrigava e eu disse que gostava de contar essa história do ponto de vista das crianças. Não queria nenhuma virgem flutuando no ar, queria contar a história dentro do contexto do que estava a acontecer no Mundo em 1917", disse Rose Ganguzza. A produtora explicou a dificuldade de fazer um filme independente com um orçamento de cerca de 20 milhões de dólares e como chamar figuras de renome para a equipa como a actriz brasileira Sónia Braga ou o actor norte-americano Harvey Keitel ajudou a conseguir mais fundos. O ponto decisivo desta produção e que a tornou possível, foi o cantor lírico Andrea Bocelli ter aceitado, pela primeira vez, participar na banda sonora de um filme, segundo descreveu a produtora. As filmagens decorreram durante cinco meses em cerca de 30 sítios diferentes em Portugal de forma a reconstituir Fátima do início de século XX e o filme conta no elenco com muitos actores portugueses, um conjunto de profissionais que impressionaram a experiente produtora norte-americana. "Em Portugal há uma tradição incrível de teatro e, para mim, isso é um índice de profissionalismo mais alto. O nosso casting em Portugal foi brilhante", disse Rose Ganguzza. Filmado no verão de 2018 e terminado em 2019, o filme deveria ter estreado mundialmente em 2020, mas a pandemia acabou por mudar os planos da equipa. "A grande estreia ia ser em abril de 2020 no Lincoln Center, com Andrea Bocelli a cantar, tínhamos uma distribuição enorme nos Estados Unidos, estava tudo planeado. Nova Iorque foi o epicentro do vírus e tivemos de cancelar tudo", contou a produtora. Assim, o filme estreou em vários cinemas ao ar livre nos Estados Unidos no verão de 2020, tendo depois passado a vídeo on demand, num sistema onde bateu vários blockbusters, e sendo depois difundido na Netflix norte-americana. O filme chegou na semana passada aos cinemas da América Latina e da Europa, chegando brevemente aos cinemas em África e também à Netflix noutras parte sdo mundo. Mais do que a história religiosa ligada aos milagres de Fátima, para Rose Ganguzza a mensagem principal do filme é que as crianças devem ser ouvidas. "A mensagem deve ser que as pessoas devem ouvir mais as crianças. Na minha vida, tenho trabalhado muito com crianças, e, para mim, a mensagem mais pura que podemos ter vem da boca das crianças, não tem filtros. Essas crianças tinham coisas para dizer. Temos de lutar mais para o Mundo ver que é possível se acreditarmos em alguma coisa, não precisa ser a religião formal, mas tudo no Mundo não precisa ser materialista", concluiu Rose Ganguzza.
    10/14/2021
    15:48
  • Vida em França - Paris-Roubaix, 1ª edição feminina ocorreu 125 anos após a primeira masculina
    A primeira edição da prova de ciclismo Paris-Roubaix Feminino decorreu no passado sábado 2 de Outubro, em França, com a presença de uma atleta portuguesa, Maria Martins, conhecida por Tata Martins, da equipa Drops-Le Col supported by Tempur. Esta prova feminina francesa decorreu 125 anos após a primeira edição da prova masculina que ocorreu em 1896. Para Maria Martins, ciclista portuguesa, é importante haver uma versão feminina desta mítica corrida francesa, ela que espera que haja mais igualdade entre homens e mulheres no ciclismo. Maria Martins, atleta lusa, deixou uma mensagem às futuras ciclistas, mas antes disso fez um balanço da temporada durante a qual participou nos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão, na prova de ciclismo de pista. A prova feminina foi ganha pela britânica Elizabeth Deignan (Trek-Segafredo Women) que se superiorizou à holandesa Marianne Vos (Team Jumbo-Visma Women) e à italiana Elisa Longo Borghini (Trek-Segafredo Women). Quanto a Tata Martins (Drops-Le Col supported by Tempur) terminou no 19° lugar a 5 minutos e 55 segundos da vencedora. No entanto, a desigualdade entre homens e mulheres permanece. A vencedora Elizabeth Deignan recebeu 1 535 euros, enquanto o vencedor da prova masculina, o italiano Sonny Colbrelli (Bahrain-Victorious), teve um prémio de 30 mil euros. Para compensar essa diferença, a equipa Trek-Segafredo de Elizabeth Deignan vai oferecer 28 465 euros à sua atleta. No que diz respeito aos atletas masculinos, dois corredores portugueses, André Carvalho (Cofidis) e Rui Oliveira (UAE Team Emirates) estiveram presentes no Paris-Roubaix. Para Rui Oliveira, as mulheres têm todo o direito de fazer esta prova conhecida como ‘O Inferno do Norte’, ele que estava feliz com a corrida realizada pela atleta portuguesa Maria Martins. André Carvalho também estava satisfeito com os progressos realizados no que diz respeito ao ciclismo feminino. A segunda edição do Paris-Roubaix Feminino deverá acontecer em Abril de 2022.
    10/7/2021
    10:33
  • Vida em França - Feira do livro africano em Paris contou com autor moçambicano Agnaldo Bata
    A primeira edição da feira do livro africano decorreu em Paris de 24 a 26 de Setembro. Esta primeira edição contou com dois escritores da África Lusófona, Ondjaki de Angola e Agnaldo Bata de Moçambique. Os dois autores estiveram presentes para apresentar as suas obras, fazer descobrir ao países respectivos e participar numa conferência em torno da literatura da África Lusófona. A RFI foi à descoberta de Agnaldo Bata. O escritor moçambicano, nascido em 1991 em Maputo, está a estudar Ciências Sociais na Universidade Paris VIII na capital francesa. Agnaldo Bata já tem várias peças de teatros e romances publicados, destacando o livro autobiográfico “Na terra dos Sonhos”, e o romance “Sonhos Manchados, Sonhos Vividos”. Em entrevista à RFI, o autor moçambicano, que também é sociólogo, recordou como se apaixonou pela literatura, abordou a sua experiência em Paris, mas começou sobretudo por reconhecer que a feira do livro africano foi um sucesso. É o ponto final neste Magazine Vida em França.
    9/30/2021
    15:43

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