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  • José Manzambi em risco de ser expulso de França
    José Manzambi, artista de origem congolesa, que cresceu em Luanda, corre o risco de ser expulso de França. A viver em Amiens, Manzambi ja viu dois pedidos de regularização serem recusados. Com o objectivo de obter a regularização de José Manzambi, a encenadora Céline Brunelle ameaça começar uma greve de fome a 9 de Dezembro.   Nasceu na República Democrática do Congo, cresceu em Angola e fugiu para Portugal.  José Manzambi vive actualmente em Amiens, em França, depois de uma infância e adolescência repleta de violência e grande parte passada nas ruas de Luanda. A arte e a força de mudar de vida fê-lo recorrer a um passaporte falso para poder viajar para a Europa aos 17 anos de idade. Em Portugal, sem oportunidades voltou a viver na rua… sem desistir embarcou para França, onde em Amiens encontrou o seu lugar na arte junto da encenadora Céline Brunelle. Agora, depois de dois pedidos de regularização recusados pelas autoridades francesas, corre o risco de ser expulso do país. Com o objectivo de obter a regularização da situação de José Manzambi, a encenadora Céline Brunelle ameaça começar uma greve de fome a 9 de Dezembro.  “Dia 9 de Dezembro, às 16h, começarei efectivamente a greve de fome e depois, diariamente estarei das 9h às 21h em frente ao Governo Civil de Amiens, em greve de fome, irei apenas a casa para dormir. Estamos a denunciar a situação para ver se conseguimos estabelecer um diálogo com as autoridades… Talvez o Governo Civil ceda, antes que eu comece a greve, mas se a resposta não for “sim, regularizamos e damos a documentação ao José”, eu começo a greve a 9 de Dezembro. Desde Maio que não temos nenhuma resposta. É uma situação insustentável. Cumprimos todos os procedimentos necessários e agora queremos uma resposta e uma resposta positiva. É uma injustiça e não tenho outra solução senão colocar a minha vida em perigo para salvar a dele." Para que a iniciativa chegue ao maior número de pessoas possivel, Céline Brunelle criou igualmente uma petição online.
    12/1/2022
    6:43
  • China: protestos inéditos contra a estratégia "Covid zero"
    Na China, os protestos contra a política "zero Covid" intensificam-se e espalharam-se este fim-de-semana pelo país, nomeadamente em Shangai, em várias universidades de Pequim, e na região do Xinjiang.  Uma entrevista com Teresa Nogueira, especialista da China na Amnistia Internacional. Na semana passada, um grupo de trabalhadores da maior fábrica de iPhones do mundo, em Zhengzhou, organizou um protesto contra a obrigação de permecerem nas instalações por causa de um surto. A indignaçao intensificou-se depois da morte de dez pessoas no incêndio de um edifício confinado, em Urumqi, capital do Xinjiang, onde vive a minoria muçulmana Uigur.   Nas redes sociais, muitos utilizadores apontaram que o confinamento prejudicou os esforços dos socorristas.  ParaTeresa Nogueira, especialista da China na Amnistia Internacional, o incêndio desta quinta-feira foi a gota de água que fez transbordar o vaso. Oiça aqui a entrevista:
    11/27/2022
    6:43
  • COP 27: Apresentado manifesto das mulheres de língua portuguesa pelo clima
    Faltam mulheres nas negociações climáticas alertam ong’s, políticos e a’tivistas. Contas feitas, as mulheres representam menos de 34% das delegações nacionais que marcaram presença na COP 27 que decorreu até ontem no Egipto. Na “fotografia de família” desta Conferência das Partes sobre o Clima, feita no início do evento, em 110 dirigentes apenas sete são mulheres. Houve inclusive nas COP delegações compostas a 90% por homens. Apesar disso, segundo as Nações Unidas, são as mulheres as mais afectadas pelos efeitos das alterações climáticas.  Susana Viseu, da Business as Nature, apresentou na COP 27 um manifesto das mulheres de língua portuguesa pelo clima, sublinhando que a transição climática acentua a desigualdade de género.
    11/21/2022
    5:47
  • Guiné-Bissau presente no Fórum Mundial para a Paz
    Em Paris decorre até amanhã, 12 de Novembro, o Fórum Mundial para a Paz.  Esta quinta edição que é dedicada às crises multidimensionais – da pandemia ao aquecimento global, incluindo a guerra na Ucrânia e o problema dos refugiados, conta com a participação da Guiné-Bissau, o único país lusófono a participar na conferência internacional. O chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló; participou, ao lado do Presidente francês, Emmanuel Macron, no painel consagrado ao tema: "Universalismo em tempo de guerra". A ministra guineense dos Negócios Estrangeiros, Suzi Barbosa, refere que este convite é o reconhecimento da Guiné-Bissau como país mediador de conflitos internacionais. RFI: A Guiné-Bissau é o único país lusófono a participar na quinta edição do Fórum Mundial para a Paz? Suzi Barbosa: Sim, este ano a Guiné-Bissau é o único país lusófono que participa. Há outros países da CEDEAO que participam, nomeadamente, a Libéria, o Chade e Marrocos. O Presidente guineense Umaro Sissoco Embaló participa, juntamente com o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, no painel consagrado ao tema "Universalismo em tempo de guerra". Neste contexto de guerra na Ucrânia, qual é a importância de se falar destas questões? Eu penso que [este convite] surge pelo facto do Presidente Embaló se ter deslocado a Moscovo e a Kiev. Ele foi o primeiro chefe de Estado africano a interessar-se e a deslocar-se a Kiev para ver, pessoalmente, a situação real da guerra. Também, enquanto presidente em exercício da Conferência de chefes de Estado da CEDEAO, Umaro Sissoco Embaló tem demonstrado um interesse muito grande em mediar situações de conflito, em tentar trazer a paz. Ele tem estado sempre a participar em várias situações de conflito, tanto a nível do continente africano, como também na Europa, demonstrando que todas as pessoas são válidas e que poderão servir para ajudar a trazer paz a estes países em conflito. Na próxima semana, depois de participar no Fórum Mundial da Paz, em Paris, o Presidente Sissoco Embaló pretende deslocar-se à República Democrática do Congo e posteriormente ao Ruanda, para tentar ver como consegue ajudar na mediação do conflito existente entre esses países. Essa foi a razão pela qual o chefe de Estado francês entendeu convidá-lo a participar neste painel em que Emmanuel Macron também participa. Neste Fórum serão igualmente abordadas a impunidade ambiental na América Latina, os sistemas de alerta que respondem às pandemias ou mesmo a inclusão das mulheres do Médio Oriente. Estes são temas urgentes para debater? Sem dúvida, são temas que estão sempre presentes. A questão do género e as consequências que as guerras têm para as mulheres têm sido cada vez mais actuais, infelizmente, porque são sem duvida as mulheres e as crianças as principais vítimas destas condições de conflito no mundo. Nós estamos a passar por um momento não só de guerra, mas também numa altura em que temos a ameaça de insegurança alimentar. Trata-se se uma grande preocupação dos dirigentes e, sobretudo, no dia-a-dia que toca às mulheres. Daí a importância do papel que elas possam ter na redução do impacto desta insuficiência alimentar no seio da família e sociedade. De salientar, ainda, as questões relacionadas com situações que levam a problemas internos em países da América do Sul. Esta manhã, inclusive, no painel de abertura tivemos a declaração do Presidente da Colômbia que foi extremamente impactante e importante. A forma como foi abordada a questão do narco-tráfico, da produção da droga e como mutas guerras são feitas aos países produtores [de droga], causando às vezes consequências superiores que o próprio consumo de droga tem. Durante o Fórum Mundial para a Paz, o Presidente guineense vai participar em outros painéis? Ele foi convidado especificamente para este painel. Ele esteve no painel de abertura esta manhã, mas a sua alocução será no painel consagrado ao tema "Universalismo em tempo de guerra", exactamente pelo universalismo do seu mandato. Porque durante muito tempo a Guiné-Bissau foi um país que a nível internacional nunca teve uma palavra e hoje é o contrário. [Umaro Sissoco Embaló] é um Presidente que é convidado para os fóruns internacionais, a sua opinião conta e sobretudo é visto como um perito nas questões de mediação de conflitos. O Presidente tem recebido internamente algumas críticas, nomeadamente sobre a sua deslocação à Rússia. Enquanto ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, qual é a sua posição relativamente às críticas que têm sido feitas?    A minha primeira reacção é que não se poder agradar a "gregos e a troianos". Haverá uma franja mínima que poderá ter essa ideia, mas a verdade é que todos os lados o Presidente da República tem tido imensos elogios pela coragem e pela sua boa vontade. Porque num momento de guerra, pouca gente arrisca a sua própria vida, a menos que pense que é importante a sua contribuição. O que se deve destacar é que pela primeira vez a Guiné-Bissau, um país lusófono, está a ser chamado para um conflito desta dimensão, que nos atinge directa ou indirectamente. Se as pessoas se esqueceram do aumento dos preços devido a esta guerra entre a Rússia e a Ucrânia...A Rússia e a Ucrânia, juntos, são produtores de 30% do que são os cereais do mundo. Querendo ou não, esta situação vai acabar por afectar a Guiné-Bissau. Nós também somos consumidores. O ano de 2023 vai ser um ano de insegurança alimentar, sobretudo em África e claro que nos vai tocar. Não é um problema interno da Guiné-Bissau, mas indirectamente os guineenses vão sofrer as consequências. Já estamos a sofrer com o aumento do custo de vida, com a subida do preço do arroz, com o aumento do preço dos combustíveis. Claro que qualquer governante responsável, como é o caso do Presidente Umaro Sissoco Embaló, tem de se interessar por esse tema e procurar uma solução.
    11/11/2022
    6:01
  • Eleições em Israel "são um referendo à figura de Netanyahu" – Henrique Cymerman
    Os israelitas foram chamados às urnas nesta terça-feira para eleger um novo parlamento, a quinta vez em pouco mais de três anos e meio. O cenário de incerteza monopoliza as expectativas de cada partido, que deverão lutar até ao último voto tendo em vista a formação de um novo governo. Benjamin Netanyahu, ex-chefe de governo e líder do bloco conservador Likud tenta chegar ao poder pela terceira vez, após ter dirigido o país de 1996 a 1999 e depois de 2009 a 2021. “Bibi”, que também enfrenta um processo judicial por alegada corrupção, terá pela frente o líder centrista Yair Lapid, que por sua vez espera manter a sua posição na chefia de Israel. Em entrevista à RFI o professor e jornalista em Israel, Henrique Cymerman, começa por explicar o que o que está em causa nestas eleições é sobretudo um referendo à figura de Benjamin Netanyahu. "Acho que o que está em causa nestas quintas eleições em três anos e meio e quem sabe se não haverá sextas é a figura de Benjamin Netanyahu. Israel vive um paradoxo enorme hoje em dia que é que por um lado tem um dos maiores crescimentos económicos mundiais, entre sete e oito por cento, e ao mesmo tempo tem uma debilidade política enorme devido ao sistema eleitoral proporcional que se mantém desde a criação do Estado e que não permite ou dificulta enormemente a formação de coligações. é como um vidro partido que se vai partindo cada vez mais. Então o que está em jogo aqui eleições uma vez mais, talvez pela última vez, são uma espécie de referendo sobre a figura de Benjamin Netanyahu, o homem o conservador que governou Israel durante quinze anos e que agora é líder da oposição e ainda por cima está a ser julgado por corrupção. Então é uma espécie de referendo entre o bloco pro-Bibi e o bloco anti-Bibi que actualmente governou Israel no último ano e que está presidido por um homem bastante mais jovem, centrista e mais pragmático Yair Lapid." O professor também explicou que a estabilidade da política em Israel dependerá da eleição de hoje e que o "empate crónico" entre os dois favoritos os levará a lutar até ao último voto. “Tudo depende do que acontecer hoje porque se ninguém conseguir 61 deputados dos 120 e mesmo assim é uma coligação débil a que se formaria como resultado disso. Vamos ver novas eleições no mês de Abril do ano que vem. Ou seja, vamos ver se Yair Lapid, o centrista um ex-jornalista, continuando como primeiro-ministro até lá e haveria novas eleições. Se Netanyahu consegue formar governo ou consegue ter 61, e está perto disso. Os dois no fundo estão perto disso porque há um empate crónico quase ’60 a 60’, mas se Netanyahu conseguisse surpreender e eu penso que existe uma possibilidade que isso aconteça, ele aí poderia tentar formar governo e paralelamente ao julgamento dele, que me parece que é uma das suas primeiras prioridades, mas é um governo que seria bastante problemático na medida em que seria uma coligação com a extrema-direita que hoje em dia se transforma nesta, nova situação política, no terceiro partido provavelmente de Itamar Ben Gvir e Bezalel Smotrich, um partido ultranacionalista que seria parte da coligação de Netanyahu conjuntamente com os ultraortodoxos. Ou seja, Netanyahu seria a esquerda dessa coligação. é a única que realmente está à volta dele e que lhe poderia apoiar, mas claro tudo vai ser decidido hoje, eu acho por umas dezenas de milhares de votos, e penso que os resultados não se vão conhecer até dentro de 24 a 48 horas porque cada voto aqui vai contar.” Questionado sobre o eventual impacto geopolítico desta eleição, Henrique Cymerman falou a respeito dos acordos de Abraão e da Palestina, e disse que neste momento os países árabes e os Estados Unidos estão a seguir atentamente os desdobramentos destas eleições. Ouça aqui a entrevista com o professor Henrique Cymerman na íntegra.
    11/1/2022
    5:29

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